segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Risco Preto na Lua - Solução
Mais sobre esse degrau, em inglês (mas com fotos) aqui.
É uma boa característica da superfície da Lua para observações ao telescópio, com aumentos moderados a grandes. Deve ser interessante notar suas mudanças de acordo com a angulação do Sol.
Para quem quiser localizá-lo ao telescópio: entre no Google Earth, vá no menu Visualizar, clique em Explorar e depois em Lua, para acessar o Google Moon. Uma vez com o mapa da Lua na tela, digite no campo superior esquerdo "Rupes Recta" e clique na lupa logo à direita para visualizar o local.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Risco Preto na Lua
Parecia um fio de cabelo bem esticado sobre a Lua... tentei tirar uma foto, mas não ficou lá essas coisas por ter sido feita nas coxas. Meio fora de foco, o risco ficou sem definição e não tão escuro. Mas está lá, dentro da marcação em azul
Que fenômeno físico pode ter provocado um acidente geográfico tão reto como esse?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Sobre a recente matéria quanto ao nosso signo
A matéria pode ser lida no link abaixo:
http://br.noticias.yahoo.com/s/13012011/48/manchetes-astronomo-afirma-calendario-zodiaco-errado.html
Para uma matéria ir a público, há que se passar por revisões de editores que não são da área à qual a matéria faz alusão. O resultado é uma matéria distorcida, apesar de baseada em fatos verdadeiros. Além disso, há a possibilidade de alguém querer promover o seu instituto, publicando uma matéria de repercussão.
Primeiramente, o que é signo? O que significa dizer que alguém é de Câncer, por exemplo? Simplesmente, que o Sol estava na frente da constelação de Câncer quando do nascimento da pessoa.
Mas realmente, alguém nascido em 6 de julho por exemplo, vindo a ser de Câncer segundo a Astrologia tradicional, pode pegar qualquer software de simulação do céu (como o Stellarium, um software livre que simula o céu em qualquer local do mundo em qualquer data e em qualquer horário) e tirar a prova. Ela pode mudar a data para a do seu nascimento, ligar as constelações e ver “dentro” de qual constelação o Sol se encontrava. Provavelmente teria uma surpresa, pois o Sol seria mostrado dentro de Gêmeos, vizinha do Câncer. Então a pessoa nascida em 6 de julho é de Gêmeos? Sim, segundo a astronomia. Não, segundo a astrologia tradicional. Explico mais abaixo.
O Sol em Gêmeos no dia 6 de julho de 2010O que foi publicado na matéria acima já era conhecido há pelo menos 2140 anos, desde Hiparco. Não foi “descoberto” agora. Qualquer software de simulação do céu mostra esse conhecimento. O que ocorreu foi que, em função de um determinado movimento da Terra chamado Precessão, ocorre uma lenta “rotação das constelações” se consideradas as mesmas datas em anos subsequentes. O movimento completo dura 26 mil anos. O calendário astrológico tradicional remonta há uns 3 mil anos, então já houve uma considerável mudança na posição das constelações até os dias de hoje. Mas o calendário astrológico tradicional não foi mudado. Se a pessoa nascida em 6 de julho simular o céu no dia do seu nascimento mas há 3 mil anos, verá o Sol realmente dentro de Câncer.
O Sol em Câncer no dia 6 de julho de 1000 A.C.
Além de tudo isso, em dezembro o Sol "cruza" uma constelação que não consta na lista tradicional, chamada Ofiúco. Por vezes essa constelação é chamada "O Décimo Terceiro Signo do Zodíaco".
Portanto, cuidado: nada de novo na matéria acima! Todo o conhecimento descrito lá já havia sido descoberto há milhares de anos! Não se deixem enganar por matérias aparentemente de impacto!
Também não deixem de ter o devido respeito tanto aos astrônomos como aos astrólogos. Os astrônomos fazem o seu trabalho com dedicação, e os astrólogos também fazem o seu, com a mesma dedicação.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Iridescência em Curitiba


Chuvisco com Céu Limpo
Havia algumas nuvens baixas esporádicas que passavam, mas bem pequenas e muito espaçadas. Quando uma determinada nuvem ia embora, deixando o céu sobre nós completamente limpo, as gotas continuavam! As estrelas brilhavam, e as gotas continuavam a cair esporadicamente!
Tampouco havia algo que pudesse liberar água, como árvores em volta próximas do nosso local. E praticamente não havia vento.
Não sei... isso requer uma investigação mais complexa, demorada e minuciosa.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Pequenos halos de 04/01
Em cima o halo circular, e bem na ponta da nuvem está o arco circum-horizontal.
O arco circum-horizontal em detalhe.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Vôo BH - Curitiba
Tendo escolhido uma poltrona do lado esquerdo (de quem olha para a frente do avião), evitei ficar do lado do Sol. Levei sorte, pois no começo do vôo pude ver alguns pequenos arco-íris entre as nuvens que deram algumas brechas. Logo depois, lá pela metade do vôo, apareceu um fenômeno chamado "arco-iris de nuvem". Trata-se de do equivalente ao arco-íris convencional quando, ao invés da chuva, temos as gotículas de água que compõem as nuvens. Infelizmente o sol não estava forte sobre a superfície das nuvens, deixando o "arco-íris" mais fraco do que poderia ficar.

Logo depois, mais um pequeno arco-íris comum.

Ao atravessarmos a fronteira entre os estados de SP e PR, o tempo melhoru bastante. Mas na região de Curitiba havia algumas chuvas isoladas e muitas aberturas no céu, deixando o sol iluminá-las. Resultado: mais arco-íris na descida.


Depois, pousamos em uma pista molhada.
